
segunda-feira, 30 de março de 2009

sexta-feira, 27 de março de 2009

Agora, "salvação" é uma palavra ampla, que abrange a totalidade do propósito redentor de Deus para suas criaturas alienadas. Em uma palavra, salvação é libertação, e tem aspectos positivos e negativos. Ela inclui libertação do justo julgamento de Deus para os nossos pecados; libertação da nossa culpa e da nossa consciência culpada; libertação para um novo relacionamento com ele, no qual nos tornamos filhos seus, reconciliados e perdoados, e passamos a conhecê-lo como nosso Pai. E libertação da amarga escravidão da vida sem sentido para um novo senso de propósito na nova e divina sociedade do amor, em que os últimos são os primeiros, os pobres são ricos e os mansos, herdeiros. E libertação da escura prisão de nosso próprio egocentrismo para uma nova vida de auto-realização através de serviço altruísta e abnegado. E um dia ela incluirá libertação da futilidade da dor, da corrupção e da dissolução, para um novo mundo de imortalidade, beleza e gozo indizível. Tudo isso — e muito mais! — é "salvação".
Foi para garantir estas preciosas bênçãos que Jesus Cristo veio a este mundo, morreu na cruz e ressuscitou. Foi ele que tomou a iniciativa: "o Filho do homem veio pura buscar e salvar o perdido".[1]
Ele se comparou a um pastor de ovelhas que deixou o resto de seu rebanho a fim de ir atrás daquela que se havia perdido. Longe de abandoná-la, na esperança de que ela pudesse sair balindo e tropeçando até encontrar o caminho de volta para casa, ele arriscou a própria vida para ir à procura dela.[2] Na verdade, "o bom pastor" deu a sua vida por suas ovelhas.[3] Deus, em Cristo, assumiu o nosso lugar, a fim de que pudéssemos ser perdoados e feitos nova criação. E então ele foi ressuscitado dos mortos em um evento sobrenatural, a fim de reverter o veredito humano sobre ele e de vindicar sua pessoa divino-humana e sua obra salvadora.
Isto também é singular, um fato único. Todo o conceito de um Deus gracioso — que se recusou a ser conivente com os nossos pecados, como também a condenar-nos por eles; que, ao invés disso, tomou a iniciativa de nos resgatar; que se entregou à vergonha e sofrimento da morte na cruz e que quebrou o poder da morte através de sua ressurreição — não tem paralelo em outras religiões.
O Budismo considera a situação humana mais através do sofrimento do que do pecado, como também no "desejo", que ele considera a raiz do sofrimento. A libertação só pode vir pela abolição do desejo por intermédio do esforço próprio. Não existe Deus nem Salvador. "Lutar sem cessar" foram as últimas palavras de Buda aos seus discípulos, antes de morrer.
O Hinduísmo filosófico situa o nosso problema no maya, geralmente entendido como a "ilusão" da nossa experiência no tempo e no espaço. O Hinduísmo popular, por sua vez, ensina a inflexível doutrina do karma, ou seja, a retribuição através da reencarnação. Cada pessoa deve comer o fruto de seus próprios erros, seja agora, seja no futuro. Do infindável ciclo (samsara) de renascimentos ou reencarnações não há escapatória pelo perdão, mas somente por aquela libertação final chamada Nirvana, que significa a extinção do ser individual e a absorção em uma realidade divina impessoal (Brahman).
O Judaísmo continua, evidentemente, a ensinar ao penitente a possibilidade do perdão, conforme prometido no Antigo Testamento, mas nega que Jesus seja o Messias e também que a sua morte expiatória seja o único fundamento para o perdão de Deus. Para o meticuloso e honesto estudioso judeu C. G. Montefiore, a "grandeza e originalidade" de Jesus reside em sua nova atitude para com os pecadores. Ao invés de evitá-los, ele agia, indo à procura deles. Os rabis diziam que Deus acolhe os pecadores que voltam para ele; mas eles nunca haviam falado de um amor divino que toma os primeiros passos para ir buscá-los e salvá-los:
Esta busca direta pelo pecador e esse apelo direto a ele são novas e comoventes notas de alta importância e significância. O bom pastor que vai em busca da ovelha perdida, e que a reclama e se alegra por ela, é um dado novo...[6]
O Islamismo proclama claramente a misericórdia de Deus. Cada um dos 114 suras (capítulos) do Alcorão é introduzido com as palavras "Em Nome de Alá, o Compassivo, o Misericordioso". Mas ele não traz nenhuma demonstração histórica sacrificial que evidencie a sua misericórdia. E quando se pesquisa mais a fundo, percebe-se que Alá é misericordioso para com o merecedor, aqueles que oram, dão esmolas e jejuam no Ramada. Não há sequer uma mensagem para os pecadores que merecem julgamento, a não ser que eles hão de receber o julgamento que merecem.
Não resta dúvida alguma de que a principal diferença entre o Cristianismo e as religiões do mundo (e a principal pedra de tropeço que elas podem encontrar nele) é a cruz. Ela humilha todo orgulho e acaba com qualquer esperança de salvação própria. Fala também da incalculável generosidade do amor de Deus em prover este caminho de salvação. Foi aí que o líder cristão japonês Toyohiko Kagawa (que morreu em 1960) encontrou a unicidade do Cristianismo:
Sou muito grato pelo Xintoísmo, o Budismo e o Confucionismo. Eu devo muito a estas religiões... Só que as três religiões fracassaram completamente em ministrar as mais profundas necessidades do meu coração. Eu era um peregrino viajando por uma longa estrada que não tinha volta. Estava exausto. Meus pés estavam feridos. Eu vagava através de um mundo escuro e desanimador, onde as tragédias eram abundantes... O Budismo ensina a compaixão... mas, desde o princípio dos tempos, quem é que declarou: "Este é o meu sangue da aliança que é derramado por muitos para remissão dos pecados"?[8]
Ouça o Espírito, ouça o mundo / John Stott; [tradução Silêda Silva Steuernagel]. - 2. ed. - São Paulo : ABU Editora, 2005.
[1] Lc 19.10
[2] Lc 15.1-7
[3] Jo 10.11, 15
[4] Extraído de um artigo publicado em Church of England Newspaper, 28/3/76.
[5] Emil Brunner, The Mediator (1927; ET Westminster, 1947), pp. 291-299
[6] C. G. Montefiore, The Synoptic Gospels (Macmillan, 2nd. ed., 1927), vol. I, pp. cxviii, 55; vol. II, pp. 520-552.
[7] S. C. Neill, Crises of Belief/ Christian Faith and Other Faiths, p. 87
[8] T. Kagawa, Christ and Japan (SCM, 1934), pp. 108, 113
terça-feira, 24 de março de 2009

“Pelo que Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome”
Filipenses 2.9
Em algumas ocasiões invocar o nome de alguém significa invocar a sua autoridade. Conhecer certas pessoas pode trazer influência e autoridade e facilitar as coisas. Ser amigo do chefe, do vereador, do governador, do senador ou do Presidente traz a autoridade do nome e confere autoridade também ao nome do amigo. O diálogo a seguir é comum em nossa sociedade: “Quem é aquele?” e alguém responde: “é o João-ninguém amigo do Presidente”. Conhecer um artista também é sinônimo de ter certa influência e autoridade. Para se ter influência na sua igreja é necessário ser amigo do Pastor, na cidade é necessário ser amigo de vereadores e do prefeito, no país é necessário ser amigo do Presidente, para se ter influência no mundo é necessário ter forte ligações com os Estados Unidos, com Barack Obama.
Mas há uma autoridade que está acima destas todas. A autoridade do nome de Jesus Cristo. Conscientes ou não disso, achando bom ou ruim, todo o mundo e até o universo está sujeita a autoridade deste nome, principalmente depois de sua ressurreição. O mundo passou a conhecer quem é a autoridade maior a partir do milagre de um homem voltar a vida por si mesmo e por vontade de Deus. Alguém que conhece a Deus com certeza é muito influente, imagine alguém que é um com Deus, esse é Jesus, numa relação difícil de entendermos Ele é um com Deus, em uma unidade permanente, mas uma unidade composta, onde o Pai, Jesus Cristo e o Espírito Santo são Deus. Difícil de entender? Mas o importante é que Jesus além de ser Deus, se tornou homem e hoje é homem ressuscitado, o único. Está reinando junto com Deus. Quer ser influente? Seja amigo de Jesus. Estou exagerando? Vejamos, os maiores amigos de JESUS foram Pedro, Tiago e João, três pescadores. O que três pescadores na Judéia na época do Império Romano tinham de influente? nada. Mas Jesus os chamou e eles o seguiram, tornaram seus amigos, receberam a missão de Jesus de pregar o evangelho, começaram uma Igreja com 120 pessoas no ano 33 e depois de 250 anos se tornaria a religião do Império, isso porque o Império os queria matar no início, e mataram realmente a Pedro e Tiago, mas eles conheciam a Jesus, a autoridade maior. No século XX a Igreja que Jesus mandou Pedro, Tiago e João e outros iniciar se tornou a maior do mundo. Hoje o Papa é ouvido no mundo todo, e as Igrejas Evangélicas, não param de crescer, quem foi convidado para falar na posse de Obama? Um pastor evangélico: Rick Warren.
Onde vai parar tamanha influência? A Bíblia diz que “ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Cristo Jesus é o Senhor, para glória de Deus Pai” (Filipenses 2.10-11).
Então, podemos saber que se não dobrarmos os joelhos enquanto estivermos vivos, com certeza dobraremosdebaixo da terra, mas aí será tarde demais, pois Jesus só chamara seus amigos para Seu Reino.
sábado, 21 de março de 2009

quarta-feira, 18 de março de 2009

“E eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e por-lhe-ás o nome de Jesus”
Lucas 1.31
O nome é a identificação de uma pessoa desde que o mundo é mundo. Hoje se tornou importante saber o nome das pessoas porque os relacionamentos virtuais escondem as pessoas, e aquelas que não querem revelar o seu nome é porque escondem alguma coisa. Os nomes também têm significados e para algumas pessoas tem a ver com a personalidade. Na Bíblia sempre foi assim, o nome na maioria das vezes significava a vida da pessoa, o que ela era. Hoje em dia isso não se perdeu tanto, pois ninguém gostaria de ser chamado de Hitler, vemos muitos Joãos, Marias, Pedros, e até Jesus, mas ninguém gostaria de ser chamado de Satanás.
O nome de Jesus foi revelado a Maria pelo anjo e para José também, um nome escolhido por Deus não pelos pais. Antes de ser filho de José e Maria, Jesus era filho legítimo de Deus. O nome Jesus é a forma grega de Josué, que no hebraico é YESHUA OU YEHOSHUA. O mais importante neste nome é seu significado, pode ser: JEOVÁ SALVA ou A SALVAÇÃO DE JEOVÁ, em melhor tradução para nós seria O SENHOR É A SALVAÇÃO ou o SENHOR SALVA. Este nome implica que JESUS é o Salvador enviado por Deus, e mais, que Ele tem uma ligação íntima com Deus, a ponto de ser chamado também de SENHOR, título dado somente a Deus, mostrando que Ele também é Deus.
Nenhum outro fundador de qualquer religião tem um nome tão significativo quanto o nome de Jesus. Por exemplo, o nome de Maomé é em árabe, MUHAMMAD, que quer dizer louvável, este nome já era comum na época do seu nascimento e por isso não tem nada de especial. O nome de Jesus, pelo contrário, antecipa o seu título que é Cristo, Cristo não é um nome, é um título herdado por Jesus, significa o Ungido, o Messias, enviado de Deus para libertar o seu povo. JESUS por escolha de Deus e CRISTO por ter mostrado ser realmente o enviado de DEUS para salvação do seu povo.
Este é com certeza um dos nomes mais citados, em livros, jornais, revistas, enciclopédias, internet, atores e autores e muito mais pelos seus inimigos. Mas, porque O SENHOR SALVA? Nos Salva de que? Afinal o povo de Israel pensava que o CRISTO viria para libertar o seu povo. Mas JESUS CRISTO não libertou o seu povo, pelo contrário, profetizou a destruição do seu templo e da sua cidade, o que aconteceu 40 anos depois, muitos judeus ficaram decepcionados com JESUS CRISTO, mas muitos não ficaram e este nome ganhou em popularidade até se tornar o nome invocado da maior religião do Planeta.
O anjo explicou a José: “porque Ele salvará o seu povo dos seus pecados” (Mateus 1.21). O Seu povo segundo o próprio Jesus disse são suas ovelhas, aqueles que Ele escolheu e que o seguem pela fé, eles são salvos do poder e da escravidão do pecado, passando a ter livre-arbítrio para decidir entre o bem e o mal e decidem-se pelo bem, são salvos da condenação eterna diante de Deus, pois através do nome de Jesus Deus perdoa os nossos pecados. Quem crer nesse nome será salvo, porque O SENHOR É A SALVAÇÃO.
“A saber: Se com tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo”
Romanos 10.9
To Be Continued...
domingo, 15 de março de 2009

“Outra razão ainda temos nós para, incessantemente, dar graças a Deus: é que, tendo vós recebido a palavra que de nós ouvistes, que é de Deus, acolhestes não como palavra de homens, e sim como, em verdade é, a palavra de Deus, a qual, com efeito, está operando eficazmente em vós, os que credes”
Recentemente li uma notícia sobre a confiabilidade dos relatos bíblicos:
Cientistas que pesquisavam espécies de mariposas em Israel para a Universidade Hebraica de Jerusalém e para o Museu Estadual de Zoologia de Munique descobriram com que precisão a Bíblia descreve até mesmo detalhes da natureza.
Há quatro anos o Dr. Günter C. Müller e o Prof. Yosef Schlein descobriram na região mediterrânea uma espécie de lagarta até então desconhecida da comunidade científica. Eles a examinaram longamente e apresentaram um relatório conclusivo a respeito dela.
Essa lagarta pode destruir um arbusto de mamona (rícino) em pouquíssimo tempo. Em experiências de laboratório, os cientistas observaram que aparentemente a lagarta só consegue sobreviver na mamona (que é extremamente venenosa), que ela é arredia à luz e que só se alimenta à noite. Müller diz que “até agora não se conhecia nenhum animal que comesse essa planta”. Por esse motivo, os biólogos não levavam a sério o relato bíblico a respeito do “verme” que teria feito um arbusto secar da noite para o dia, conforme diz o livro de Jonas, no Antigo Testamento...
Müller afirma: “Fiquei surpreso ao perceber como a Bíblia é precisa ao descrever essa lagarta”. Isso também vale para outros insetos. Muitos autores bíblicos descrevem fatos naturais com
O relato bíblico diz:
Novas descobertas genéticas também descartam a teoria de que o homem descende do macaco. É o que escreve o famoso bioquímico Fazale Rana, do instituto de pesquisas “Reasons to Believe” (Razões Para Crer), em Glendora (Califórnia). Em seu livro Who Was Adam? (Quem Foi Adão?), ele se refere a pesquisas sérias com material genético humano e de fósseis, explicando que especialistas em DNA chegaram à conclusão de que não há ligações biológicas entre o homem e supostos antepassados hominídeos. Ao invés disso, acumulam-se as evidências de que a humanidade existe há menos de 100.000 anos. Ela também teria se formado a partir de um único homem e uma única mulher.
Igualmente espantosa seria a descoberta de que os primeiros seres humanos viviam na região onde hoje fica o Iraque. Os teólogos localizam o Jardim do Éden nessa região. “Hoje, a probabilidade de que a história da criação, conforme relatada na Bíblia, deve ser tomada de forma literal e de que Adão e Eva foram pessoas históricas, é maior do que nos séculos passados”, diz Rana. A teoria da evolução não se sustenta à luz da ciência moderna.[2]
“Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gn 1.27).
* ‑Talvez um rícino ou mamoneira... (A Bíblia Anotada, p. 1129).
Notas:
Topic, maio de 2006.
P.-D., nº 13; 29/3/2006
quinta-feira, 12 de março de 2009

A moral da Igreja, seja ela evangélica ou católica decaiu. Os crentes produzem mais escândalos que os que não conhecem a Deus. Todas as características listadas por Paulo no primeiro século sobre os homens dos últimos dias recaem sobre os crentes hoje. E o principal, há poucos arrependidos, há poucos que mudam de atitude, há muitos presunçosos, arrogantes, egoístas liderando a Igreja. Há muitos que abandonaram a Bíblia e acham que sabem mais supondo o que não existe, são blasfemos, há muitos que hoje se consideram no direito de julgar a vida de Abraão, Davi, e muitos outros, mas não tem domínio próprio sobre a própria vida, pois inventam coisas para satisfazer o próprio egoísmo.
Os crentes de hoje estão sempre aprendendo, mas jamais sabem o que é a verdade absoluta, eles, aliás, resistem à verdade em nome de suas teorias. A mente deles está depravada, estão reprovados na fé. Não irão longe dentro da Igreja, porém; a sua insensatez se tornará evidente a todos, seja hoje ou no juízo final. Mas aqueles que amam a Deus devem seguir de perto o ensino da Bíblia, a conduta dos profetas, apóstolos e principalmente de Jesus, os seus propósitos, a sua fé, a sua paciência, a sua perseverança, porque os impostores e hipócritas irão de mal a pior, enganando e sendo enganados.
segunda-feira, 9 de março de 2009

Tortura e morte no governo de Obama? Só para os inocentes
Autor: Julio SeveroFonte: http://www.juliosevero.com/
O messias virou Herodes. Obama assina ordem presidencial para exportar aborto no mundo inteiroA esquerda mundial está alegre e comemorando. No segundo dia depois de sua posse, Obama assinou ordem presidencial proibindo a prática da tortura em terroristas sob interrogatório de militares dos EUA. Tortura para criminosos perigosos e desumanos? Nunca mais!A esquerda mundial está pulando de alegria. Os promotores do aborto receberam um presente importante e multimilionário. Obama assinou, apenas 3 dias depois de sua posse, uma ordem presidencial para permitir a exportação do aborto no mundo inteiro.Nos procedimentos de aborto, que são permitidos nos EUA durante todos os nove meses de qualquer gravidez, bebês em gestação são dilacerados vivos por instrumentos cirúrgicos, esmagados ou até mesmo envenenados com soluções de sal, que lhes dão a agonia de sofrer lenta queimação até o último minuto de vida. Tortura nunca mais? Para os bebês em gestação, não. Não no governo obâmico, que já providenciou a exportação e financiamento dessa tortura aos inocentes do mundo inteiro.No governo obâmico, compaixão só para terroristasA esquerda, que tem horror da pena de morte para assassinos, porém adora-a para bebês em gestação, aprovou a decisão de Obama. Agora, terroristas estão a salvo de torturas em interrogatórios militares. Para que possam obter a mesma misericórdia de Obama, que agora acha que tem nas mãos o poder de decidir a vida e a morte, os bebês em gestação precisarão conquistar a classificação de terroristas. Sem isso, eles não terão chance.Lula e todos aqueles que lutam pela aprovação do aborto no Brasil estão contentes. Afinal, o impacto internacional da decisão de Obama incluirá inevitavelmente o Brasil.A decisão presidencial dele, que ordena a canalização e o financiamento de milhões de dólares do governo dos EUA para organizações envolvidas na promoção e realização de abortos, afetará diretamente o bolso dos trabalhadores americanos, que serão obrigados a sustentar esse investimento colossal no derramamento de sangue inocente. O mundo todo sofrerá as consequências, onde no nome da "liberdade de escolher" o governo socialista de Obama está impondo sua vontade pró-aborto, doa a quem doer.Nem todo presidente americano tinha essa propensão de gastar dinheiro público no aborto. Ronald Reagan, que foi o primeiro presidente dos EUA a escrever um livro evangélico contra o aborto, instituiu a Política da Cidade do México, que proibia o governo americano de financiar o aborto nos outros países. No passado ele era do partido de Obama, abandonando-o por ver suas políticas como na contramão das necessidades das famílias. Ao contrário de Obama, que é famoso pelo apoio ao aborto, Reagan se tornou mais conhecido por defender publicamente os valores da família e por ser contra o aborto.Apesar de ter sido assistida por cerca de 37,8 milhões de pessoas em 2009 — com a mídia americana e internacional espetacularmente aos seus pés —, a posse de Obama não é a maior de todos os tempos. Em audiência, a posse dele perdeu para a de Reagan, que — mesmo sem a messiânica cobertura midiática que Obama recebeu — atraiu cerca de 41,8 milhões de telespectadores em 1981.Por que o público americano mostrou mais interesse em Reagan do que Obama? Se Obama parasse de apoiar o aborto, certamente ele receberia muito mais apoio do povo americano.Em 16 de janeiro de 2009, 77 membros do Congresso dos EUA pediram a Obama que não revogasse a Política da Cidade do México. Os deputados Doug Lamborn e Joe Pitts disseram: "Nestes tempos econômicos difíceis, o povo americano não gostaria que financiássemos organizações que estão tentando exportar o aborto no mundo inteiro". Apesar da grave crise econômica e dos pedidos desses deputados, Obama assinou o financiamento multimilionário. Apesar de tantas necessidades mais urgentes da população mundial, ele deu preferência ao aborto.
sexta-feira, 6 de março de 2009
“Vendo Simão que o Espírito era dado com a imposição das mãos dos apóstolos, ofereceu-lhes dinheiro e disse: “Dêem-me também este poder, para que a pessoa sobre quem eu puser as mãos receba o Espírito Santo”
Atos 8.18-19
Um feiticeiro, um mágico creu no evangelho. Este fato aconteceu no início da Igreja quando os apóstolos dividiam o cuidado da Igreja com os diáconos. O nome do mágico era Elimas, um mágico muito respeitado como já foi David Coperfield em nosso tempo. Elimas realizava suas proezas em Samaria e era chamado de O Grande Poder pelas sua maravilhosas ilusões. Mas Elimas foi surpreendido pelo diácono Felipe que apareceu em Samaria pregando o evangelho, e como resultado a platéia do mágico se converteu e foi batizada. Elimas também creu no evangelho porque Filipe realizava através do nome de Jesus sinais e maravilhas que não eram nenhuma ilusão. Isso impressionou Elimas, mas o que mais o impressionou foi a chegada de Pedro e João, dois ícones do evangelho, Elimas os viu impondo as mãos sobre os crentes e o Espírito de Deus descer literalmente sobre eles. Então Elimas teve a infeliz idéia de comprar aquele poder, pensando ser um acontecimento mágico o Batismo no Espírito Santo, ofereceu dinheiro para ter o mesmo poder de Pedro e João. Ele não sabia que não podia comprar o dom de Deus com dinheiro. O ilusionista se iludiu com falsas esperanças a respeito do evangelho, pensou ser os sinais realizados por Filipe alguma grande mágica maior que a sua e o poder de Pedro e João a suprema técnica ilusionista que acontecia através de se repetir as palavras certas. Não sabia Elimas que aquilo tudo era real e dado como presente de Deus de graça a quem cresse.
Agora preste atenção aos vários crentes hoje que pregam o evangelho mágico. Eles tentam nos iludir dizendo: “Me dê seus pedidos de oração que vou subir ao monte e queimar os pedidos e Deus vai atender” ou “Oferte tanto dinheiro quanto você tem e Deus te dará o dobro” ou “No Monte Sinai é onde Deus ouve as orações, me de ofertas, muita ofertas que vou levar suas orações ao Monte Sinai” ou “Leve essa rosa ungida para casa e o ambiente vai mudar”.
O interessante é que os verdadeiros sinais tem sumido, o pregador vem nas nossas igrejas, grita, pula, derruba as pessoas ao chão, mas, cadê as verdadeiras curas? O Batismo no Espírito Santo? A verdadeira mudança nas vidas das pessoas que é a salvação operada por Jesus?
Muitos crêem hoje que o evangelho é algo mágico ou deve ser. Se sou crente e não consigo amar, o erro está em Deus, afinal Ele não colocou o amor em mim, por isso sou crente e não controlo minha língua, por isso sou crente e sou violento, por isso sou pastor e não importo com as minhas ovelhas, afinal se Deus quiser isso Ele vai me falar ou me tocar.
Tudo o que o evangelho pede de nós já está na Bíblia, se não obedecemos é por culpa nossa e dureza de coração. E Jesus prometeu que quem colocasse a fé nele veria os sinais, e seus verdadeiros discípulos realizariam sinais verdadeiros, autênticos, coisa visíveis, apenas no nome de Jesus, não no nome do pregador que sobe ao monte de Anápolis, ou no monte Sinai, não através dos pedidos queimados ou da rosa ungida. Não creia no evangelho mágico e nem em pregadores que não digam o que Pedro e João disseram ao ser usados para curar um aleijado:
“Israelitas, por que isto os surpreende? Por que vocês estão olhando para nós, como se tivéssemos feito este homem andar por nosso próprio poder ou piedade? Pela fé no nome de Jesus, o Nome curou este homem que vocês vêem e conhecem. A fé que vem por meio dele lhe deu esta saúde perfeita, como todos podem ver”
Atos 3.12-16
terça-feira, 3 de março de 2009
DEIXO HOJE COMO PROFETA DA REALIDADE A MÚSICA DE LÁZARO, UMA PROFECIA DA REALIDADE DO MUNDO E DA IGREJA. NO MUNDO, A FALTA DE AMOR, NA IGREJA, O SHOW. MAS AINDA BEM QUE EU VOU MORAR NO CÉU. MORAR NO CÉU NÃO PORQUE SOU BOM, MAS PORQUE JESUS ME SALVOU, TENHA ESTA CERTEZA TAMBÉM, CONFIE EM JESUS EM MEIO AS TREVAS.
Eu Vou Morar No Ceu
(Lazaro)
refrão ainda bem que eu vou morar no céu ainda bem que eu vou morar com Deus(bis) meu Deus o mundo está cheio de horror os mentirosos reinan sem pudor mentes brilhantes planejando o mal mas eu não desânimo pois sou sal a integridade foi pro além no mundo ninguém ama mais ninguém mas Jesus disse filho eu vou voltar pra te buscar... refrão ainda bem que eu vou morar no céu... restaura tua casa oh senhor acaba o show restaura o louvor riqueza e fama agora é a pregação já não se fala mais em salvação o mundo está tentando enganar aqueles que o bom Deus virá buscar mas permaneço firme e forte eu levo a minha cruz pois eu sou luz... refrão ainda bem que eu vou morar... eu vou subir eu vou subir eu vou subir eu vou subir os inimigos da igreja vão ficar aqui eu vou subir eu vou subir eu vou subir a depressão as enfermidades vão ficar aqui eu vou subir eu vou subir satanás com seus demonios não vão nos impedir eu vou subir eu vou subir refrão ainda bem que eu vou morar no céu ainda bem que eu vou morar com Deus ..
